Biografia.
Meu nome é pedro costa, faixa etária de 17 anos, gosto de ler, amo livros, flores, tudo que me remete a natureza, amo fotos, meu sonho é ser designer gráfico e fotografo, ultimamente tenho me empenhado para realizar meus sonhos e assim conseguir bater todas minhas metas, expondo um pouco do meu trabalho aqui no tumblr, ele está com designer novo, para que lembre a um blog, espero que as pessoas se interessam em meus trabalhos não só themes mas como logotipos e coisas que faço no photoshop.
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Créditos

THEME: Inspired in Photoshots by Demi Lovato.
Créditos: theme desenvolvido por Pedro Costa e detalhes por help-designs, theme exclusivo para uso próprio.
Função: expor meus trabalhos, não só themes mas como artes no photoshop, para mais informações clique em working.

"Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus aguentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada.
Fabrício Carpinejar. 
"Te espero ali, aqui. Na rua da sua casa, da padaria, do mercado. No ponto de ônibus, no cinema, na praça. Te espero no estacionamento, no casamento da minha tia, no aniversário do meu irmão. Na casa da dona Maria, na rua São José. Te espero na barraquinha do beijo, na doceria, no João do pão de queijo. Em qualquer lugar que eu esteja, irei esperar por você. Fiz de ti minha base de existência. “E agora?” você me pergunta. E eu te respondo: quero que continue assim, tudo bem pra mim. Posso te esperar por mais um mês, um ano… enfim.
Tabacos.   
"Queridas mulheres, vocês honram muito mais a espécie humana do que os homens. Eles falharam historicamente em liderá-la. Se vocês dominassem o mundo, a humanidade seria mais feliz. Se as mulheres fossem generais, não haveria guerras, pois vocês não teriam coragem de enviar seus filhos para os campos de batalha. Mas os homens, por muito pouco, os enviam. Por isso, de coração, em nome de todos os homens lúcidos desta Terra, eu gostaria de pedir desculpas por todos os males que fizemos a vocês ao longo da história. Obrigado por vocês serem mulheres.
Augusto Cury. 
"Quando eu estiver prestes a morrer, doarei meu coração para aqueles que querem viver apaixonados, doarei meus rins enferrujados que aguentam bastante para aqueles que apreciam um bom gole num sábado à noite, doarei meu estômago para aqueles que ainda não sabem o que é ter borboletas nele quando se vê alguém surpreendente, doarei meus olhos que já viram coisas exuberantes para aqueles que amam enxergar além do que se pode ver. Não sei dizer ao certo, mas eu tenho uma necessidade enorme de deixar com cada pessoa uma parte boa dessa minha vida medíocre, e levar pro túmulo tudo de ogro e ruim que cativei com as consequências.
Phelps Schneider.